Bairro que foi o primeiro lar dos judeus em São Paulo em meados do século 20 e que depois foi adotado pelos coreanos, o Bom Retiro não tem histórico de espaços LGBT.
É de se louvar, portanto, a existência do Carmem, que logo caiu nas graças do público arco-íris e que depois de bar também se tornou balada.
No térreo, os clientes disputam as poucas mesas em seu inteiror e principalmente aquelas que estão dispostas na calçada.
Há poucos petiscos no cardápio, mas eles fogem do usual: pastel de queijo meia cura com kimchi (tempero típico coreano) e escabeche de sardinhas estão dentre as opções.
Do menu de bebidas, saem cerveja Heineken, clássicos como o Negroni e Bloody Mary, além de criações da casa, como o que leva o nome do bar e que leva gin, cereja amarena, gengibre, limão e espuma cítrica.
No imóvel ao lado, nas noites de sexta e sábado, o Carmem abriu um clube com foco em eletrônico.
O Carmemfoi aberto em 2022.