A Malásia está estudando medidas legais para proibir aplicativos gays, tais como Grindr e Blued, em todo o país.
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Autoridades já conseguiram bloquear acesso aos sites, de acordo com o ministro das Comunicações, Fahmi Fadzil.
A Comissão de Comunicações e Multimídia da Malásia (MCMC), órgão regulador da internet do país, está “examinando diversas medidas legislativas para restringir esses aplicativos”, disse Fahmi, no último dia 24.
A questão é que o controle dos aplicativos está sujeito às políticas das empresas estrangeiras que os operam.
Segundo o portal chinês My News, a distinção destaca uma limitação prática: embora o governo possa restringir o acesso a sites internamente, remover um app das principais lojas de aplicativos exigiria a cooperação da Apple e do Google.
A Malásia criminaliza relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo sob uma lei da era colonial, com penas que incluem multa, chicoteamento, deportação e prisão de até 20 anos.
Ao mesmo tempo, o país, também submete cidadãos muçulmanos (que são maioria da população, 63,5%) à Lei da Sharia com penas que também variam de multas a açoites e prisão.