O preisdente bielorusso Alexander Lukashenko assinou lei que proíbe a "propaganda gay" e coloca homossexualidade no mesmo grupo da pedofilia.
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A lei, assinada no último dia 15, prevê sanções contra a chamada "propaganda de relações homossexuais, redesignação sexual, não reprodução voluntária e pedofilia".
Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) denunciam que a legislação foi aprovada "em um contexto de relatos de assédio, batidas policiais e intimidação contra lésbicas, gays, bissexuais, pessoas transgênero e pessoas com diversidade de gênero".
"Ao equiparar a defesa dos direitos humanos e a informação sobre orientação sexual, identidade de gênero e autonomia reprodutiva a infrações administrativas, as autoridades estão alimentando o preconceito e legitimando a discriminação. Perseguição contra grupos já marginalizados e defensores de seus direitos”, afirmou o painel do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Lei similar, que veta discussão da homossexualidade em obras artísticas para menores de idade e a defesa do assunto por meio de ONGs, dentre outros pontos, existe na Rússia desde 2013. Nos últimos anos, ela foi seguida por nações como Hungria, Geórgia e Cazaquistão.