Hétero Sigilo
Após três temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, Hétero Sigilo entra em cartaz em São Paulo para falar sobre masculinidade, performance social e violência social.
A ideia do espetáculo surgiu após o ator Bernardo Dugin e seu namorado ouvirem sermão homofóbico durante uma missa de sétimo dia em Nova Friburgo (RJ), em maio de 2023.
Antes de chegar aos palcos, Hétero Sigilo nasceu como um projeto transmídia. Durante a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, foi criada a instalação "Caixa do Sigilo", onde pessoas compartilhavam relatos anônimos sobre vidas vividas em segredo. Em paralelo, o perfil @hetero.sigilo24 satirizou situações cotidianas relacionadas à lógica do "sigilo", acumulando milhões de visualizações e criando uma comunidade de identificação em torno do tema.
Em cena, Dugin revisita memórias, silêncios e mecanismos de disfarce impostos pela heteronormatividade, discutindo o custo psicológico de viver sob constante vigilância emocional.
Dramaturgia e performance: Bernardo Dugin.
Direção: João Fonseca.
Assistência de direção: André Celant.
Cenário e figurino: Nello Marrese.
Trilha original e direção musical: Federico Puppi.
Direção de movimento: Vanessa Garcia.
Iluminação: Daniela Sanchez.
Identidade visual: Loomi House.
Assessoria de imprensa: Catharina Rocha e Paula Catunda.
Fotografia: Nil Caniné.
Produção: O Delirante Produções.
Assistência de produção: Azul Scorzelli.
Duração: 75 minutos.
Classificação: 16 anos.








