Bigorna - Um Thriller Autoficcional
Tomando como ponto de partida a história real de um tio mantido por cerca de três décadas em um quarto gradeado, o espetáculo solo mistura autobiografia, terror e cultura pop para investigar diferenças, pertencimento e os corpos considerados "desviantes".
Em cena, Walmick de Holanda revisita e reelabora diferentes momentos da própria vida, entrelaçando lembranças da infância, adolescência e vida adulta com histórias de outros homens gays encontradas ao longo de sua pesquisa.
"Percebi que o medo que eu tinha de me transformar no meu tio era, na verdade, o medo de me tornar o diferente da família, alguém destinado a viver à margem", afirma Walmick.
A autoficção de um gay gordo, nascido em uma sexta-feira 13 de lua cheia, tecida por lembranças da infância e adolescência que ganham tons de filme de terror. Mesclando elementos de horror, humor, cultura pop e memória, Bigorna é um thriller poético sobre a estranha desconexão que pode existir entre ser, estar e pertencer.
Atuação, direção e dramaturgia: Walmick de Holanda.
Supervisão artística: Luiz Fernando Marques Lubi.
Orientação Teórica e Provocação Artística: Francis Wilker Desenho de luz e operação: Felipe Tchaça.
Assistência de direção: Danilo Martim.
Preparação corporal: Hélio Toste.
Figurino: Larissa Torres.
Cenário: Walmick de Holanda.
Técnica e Operação de som e vídeo: Danilo Martim.
Equipe de Libras: Coragem Criativa - Camiss Delfino, André Bruno e Caê Coragem.
Audiodescrição: Dylan Garbini.
Apoio da audiodescrição: Paula Felix.
Cenotecnia: Renato Simões.
Costuras: Celma Mota e Silvana de Carvalho.
Projeto gráfico: Walmick de Holanda.
Fotos de divulgação (para projeto gráfico): Julio Arakack.
Registros fotográficos e em vídeo do espetáculo: Cacá Bernardes - Bruta Flor.
Assessoria de imprensa: Canal Aberto Comunicação.
Produção: Corpo Rastreado – Gabs Ambròzia.
Agradecimentos: Ailton Guedes, Alessandro Marba, Alex Calmon, Ana Célia Torres, Ana Nehan, Andrei Bessa, Binho Cidral, Bruno Frika, Camila Cohen, CAPES, Carine Cedraschi, Casa Farofa, Cia do Pássaro, Corpo Rastreado, Cristiane Paoli-Quito, Daniel Martins, Dawton Abranches, Duda Machado, Eduardo Bruno, Eduardo Fraga, Elisa Porto, Evandro Cavalcante, Fabricio Licursi, Farofa, Felipe Haiut, Felipe Sales, Festival MixBrasil, Flávia Xaxá Melman, Gabi Gonçalves, Henrique Fontes, Ícaro Machado, Jacqueline Peixoto, Jo-A-Mi, Jorge Ferreira, Julia Corrêa, Khazar Masoumi, Larissa Carneiro, Leo Bahia, Letícia Rodrigues, Lilian Regina, Lucas Amoedo, Lucas Sancho, Luiz Felipe Bianchini, Luiza Romão, Marisa Bezerra, Michele Maia, Mitchel Diniz, Núcleo de Direção da Escola Livre de Teatro de Santo André, Pedro Guimarães, PPGArtes ICA/UFC, Rafael Fialho, Raquel Parras, Raissa Starepravo, Roma Oliveira, Raoni Reis, Renato Turnes, Ricardo Tabosa, Sesc Vila Mariana, Simone Évanz, Tico Dias, Vicente Concilio, Vinicius Flauaus, Waldírio Castro, Walmick Campos, Zé Luiz. Dedicado à memória de Tio Bosco.
Classificação indicativa: 14 anos.
Duração: 70 minutos.








